Os olhos que miram não são os mesmos que me observam
Na fala, o coração palpita, hipócrita.
Acredita que o mundo exige
distância e mistério na angústia
Mas o mundo implora calor
Esconde o frágil, amarelado, livre.
Há beleza na singularidade.
Irradiação.
Precisei que me falassem.
Ah se pudessem se ver
com meus olhos que miram
Pois o espelho também não sabia.

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