Autor: Rafinha
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Magia
Eu sempre achei que arte era algo mágico, inato.Descobri a técnica.O treino que transforma ideia em poesia. Descobri também que arte não é só técnica,é sentimento explodindo pra fora de si.Nenhuma forma de sentir é errada por si. Mas arte,paradoxalmente,não é arte. É vida que borbulhae que pede,exigeser dita. E a vida que eu achava…
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Olhos que miram
Um poema sobre singularidade, projeção e o descompasso entre como nos vemos e como o mundo nos enxerga.
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SÓ MAIS UM PONTO AZUL – CRUZEIRO, IDENTIDADE E SOFT POWER
Um ensaio sobre Cruzeiro, identidade, memória e soft power: como futebol, política e paixão moldam o torcedor e o mundo ao redor.
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A BH de outrem é o Rafa de outra era.
Reflexão íntima sobre como a cidade muda, os lugares desaparecem e a memória tenta acompanhar a sensação de não pertencer mais ao próprio lar.
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Enquanto ainda é agora – Lô Borges e a partida do Trem Azul
Hoje acordei com o mesmo nó no peito que senti ao dormir. É estranho tentar escrever sobre o Lô. Em geral, eu não costumo me abalar com mortes de pessoas famosas, mesmo aquelas que admiro. Elas sempre pareceram distantes, etéreas, parte do mundo, mas longe da minha vida. Como estrelas que a gente vê, mas…
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Tem música que é gente
A música como fio invisível que costura memórias, pessoas e emoções. Um ensaio sensível sobre canções que viraram gente.
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Nunca Joguei Sozinho: O Videogame é Conexão
Uma jornada nostálgica por videogames revela que a verdadeira vitória está na conexão e na dualidade da vida. Rafa explora como a rotina e a partilha moldam seu propósito e celebração.
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Ateísmo, Supertição, América Latina e Catolicismo
Um ensaio pessoal sobre ser ateu na América Latina — onde superstição, culpa e cultura católica seguem firmes, até na camisa da sorte.
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A delicadeza opressora da rotina
A rotina nos envolve e sustenta. Explore como os sons e gestos do dia a dia revelam a beleza da repetição e o ciclo da vida que teima em girar
